Começa a valer em agosto sistema de rastreabilidade de vegetais frescos

Um novo sistema de rastreabilidade para auxiliar o monitoramento e o controle de resíduos de agrotóxicos na cadeia produtiva de vegetais frescos destinados à alimentação humana foi avaliado na última sexta-feira (13) na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

 

A norma estabelece a obrigatoriedade de que todas as frutas e hortaliças deverão fornecer informações padronizadas capazes de identificar o produtor ou responsável no próprio produto ou nos envoltórios, caixas, sacarias e outras embalagens. O produtor deve informar o endereço completo, nome, variedade ou cultivar, quantidade, lote, data de produção, fornecedor e identificação (CPF, CNPJ ou Inscrição Estadual).

 

A identificação pode ser realizada por meio de etiquetas impressas com caracteres alfanuméricos, código de barras, QR Code, ou qualquer outro sistema que permita identificar os produtos vegetais frescos de forma única e inequívoca.

 

O sistema foi instituído em 8 de fevereiro de 2018, a partir da publicação no Diário Oficial da União da Instrução Normativa Conjunta nº 2 do MAPA e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde). A norma será aplicada em todo o território nacional. Os procedimentos serão aplicados em diferentes grupos de alimentos nos prazos de 180, 360 e 720 dias, a partir da data da publicação da IN.

 

Na primeira fase de implementação, que será iniciada no próximo dia 8 de agosto, a rastreabilidade deverá estar aplicada ao grupo de citros, maçã, uva, batata, alface, repolho, tomate e pepino.

 

As atividades de fiscalização do novo sistema são complementares entre o Ministério da Agricultura e a Vigilância Sanitária. Do produtor até o entreposto, a responsabilidade será do Ministério da Agricultura por meio do PNCRC – Vegetal (Programa Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal).

 

Do entreposto ao consumidor, a fiscalização será feita pelos Serviços de Vigilância Sanitária Estadual e Municipal no âmbito do PARA (Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos).

 

“Na Ceagesp é possível ter uma ideia muito clara do tamanho do agronegócio de frutas e hortaliças no Brasil”, explica Fátima Parizzi, coordenadora de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura. “De como esse agronegócio é diversificado e pulverizado, a partir do que sai da Ceagesp para o Brasil inteiro. Lotes enormes de produtos vegetais são manipulados, classificados e estratificados até em microlotes. A pulverização é a maior dificuldade que vamos enfrentar na implementação do sistema. ”

 

Segundo Parizzi, três situações são as mais comuns na investigação das causas e origens de irregularidades com agrotóxicos e contaminantes em produtos vegetais: 1) alimentos com resíduos acima do limite permitido; 2) uso de produtos proibidos no País; 3) defensivos permitidos para uma cultura específica sendo utilizados em outra similar.

 

Os técnicos reunidos na sexta-feira avaliaram o modelo da fiscalização, com a descrição dos procedimentos a serem adotados nas inspeções. Somente na Ceagesp, o maior centro de comercialização e distribuição de frutas e hortaliças da América Latina, os alimentos desembarcados somam 3 mil notas fiscais. Com a distribuição e venda para outros entrepostos e pontos de distribuição, esse número chega a atingir 21 mil documentos.

 

Da reunião participaram técnicos do Ministério da Agricultura, dos Serviços de Vigilância Sanitária Estadual e Municipal e da Ceagesp.

 

Fonte: MAPA

Especialistas mundiais debatem práticas de bem-estar de suínos e aves

As boas práticas durante o transporte e na insensibilização com gás de suínos e aves é o tema de um seminário técnico que acontece entre 4 e 6 de setembro na Embrapa Suínos e Aves, unidade descentralizada da empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Concórdia-SC. Durante os três dias de evento, profissionais das áreas de suinocultura e avicultura vão debater a implementação dessas práticas nas agroindústrias e no Serviço Veterinário Oficial.

 

O evento terá a participação de dois dos principais especialistas mundiais em bem-estar de animais de produção, o indiano Mohan Raj, da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla original em inglês); e o espanhol Antonio Velarde Calvo, do Instituto de Pesquisa e Tecnologia Agroalimentar da Catalunha (IRTA, na sigla original em catalão). Do Brasil, participam a coordenadora-geral de Agregação de Valor do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável do Mapa, Charli Ludtke; a coordenadora da Comissão de Bem-Estar Animal do Mapa, Lizie Buss; o consultor em bem-estar Victor Lima, da BEA Consultoria; o professor Iran Oliveira, do Nupea/Esalq/USP; e o pesquisador da área de bem-estar de suínos da Embrapa, Osmar Dalla Costa.

 

As inscrições para o evento são gratuitas. O formulário de inscrição está disponível no site embrapa.br/suinos-e-aves/boas-praticas.

 

Programação:

 

Dia 4/9, terça: Insensibilização de suínos

8h30 – Boas-vindas e apresentação do projeto Diálogos Setorial – Charli Ludtke (MAPA) e Janice Zanella (Embrapa Suínos e Aves)

9h – Ações do Mapa para o bem-estar animal de suínos – Lizie Buss (MAPA)

9h30 – Atualização científica relativos ao bem-estar dos animais em procedimentos de insensibilização de suínos com uso de gás – Mohan Raj (EFSA – Inglaterra) e Antonio Velarde Calvo (Irta – Espanha)

Respostas fisiológicas ao uso de gás na insensibilização

Vantagens e desvantagens do uso de insensibilização a gás: investimentos econômicos, bem-estar e qualidade de carne

10h – Intervalo para café

10h20 – Mistura de gases. Equipamentos: alternativas, ajustes e manutenção

12h30 – Intervalo para almoço

13h30 – Identificando e corrigindo as falhas de manejo

Tendências mundiais sobre métodos de insensibilização de suínos  

Pontos críticos de controle (indicadores de bem-estar animal)

16h – Intervalo para café

16h20 – Check-list: guia de monitoramento da indústria

Check-list: guia de fiscalização para o Serviço Veterinário Oficial (SVO)

18h – Finalização

18h30 – Reunião técnica com Serviço Veterinário Oficial: Análises de vídeos de insensibilização a gás em suínos no Brasil

Dia 5/9, quarta: Insensibilização de aves

8h30 – Boas-vindas a apresentação do projeto Diálogos Setorial – Charli Ludtke (MAPA)

9h – Ações do Mapa para o bem-estar animal de aves – Lizie Buss (MAPA)

9h30 – Atualização científica relativos ao bem-estar dos animais em procedimentos de insensibilização de aves com uso de gás – Mohan Raj (EFSA-Inglaterra) e Antonio Velarde Calvo (Irta – Espanha)

Respostas fisiológicas ao uso de gás na insensibilização

Vantagens e desvantagens do uso da insensibilização a gás: investimentos econômicos, bem-estar e qualidade de carne

10h – Intervalo para café

10h20 – Mistura de gases

Equipamentos: alternativas, ajustes e manutenção

12h – Intervalo para almoço

13h30 – Identificando e corrigindo as falhas de manejo

Tendências mundiais sobre métodos de insensibilização de aves     

Pontos críticos de controle (indicadores de bem-estar animal)

16h – Intervalo para café

16h20 – Check-list: guia de monitoramento da indústria

Check-list: guia de fiscalização para o Serviço Veterinário Oficial (SVO)

18h – Finalização

18h30 – Reunião técnica com Serviço Veterinário Oficial: análises de vídeos de insensibilização a gás em aves no Brasil

Dia 6/9, quinta: Transporte terrestre de suínos e aves

8h30 – Boas vindas e apresentação do projeto TED Embrapa Suínos e Aves e TR IICA Transporte – Charli Ludtke (MAPA)

9h – Boas práticas de transporte para suínos na Europa – Mohan Raj (EFSA – Inglaterra) e Antonio Velarde Calvo (Irta – Espanha)

10h – Intervalo

10h15 – Boas práticas de transporte para suínos no Brasil – Osmar Dalla Costa (Embrapa Suínos e Aves)

10h45 – Apresentação dos materiais didáticos para transporte de suínos – Charli Ludtke (MAPA) e Osmar Dalla Costa (Embrapa Suínos e Aves)

11h15 – Mesa redonda com debate

12h – Almoço

13h30 – Boas práticas de transporte para aves na Europa – Mohan Raj (EFSA – Inglaterra) e Antonio Velarde Calvo (Irta – Espanha)

14h30 – Boas práticas de transporte para aves no Brasil – Victor Lima (BEA Consultoria) e Iran Oliveira (Nupea/Esalq/USP)

15h30 – Intervalo para café

15h45 – Apresentação dos materiais didáticos para transporte de aves – Charli Ludtke (MAPA) e Victor Lima (BEA Consultoria)

16h15 – Mesa redonda com debate

16h45 – O que precisamos avançar – Lizie Buss (MAPA)

17h15 – Perguntas

17h30 – Encerramento

 

 

Fonte: Embrapa Suínos e Aves

 

África do Sul abre mercado para a manga brasileira, anuncia ministério

Autoridades sul-africanas concluíram os requisitos e aprovaram o modelo de Certificado Fitossanitário para a importação de mangas do Brasil. De acordo com a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é mais uma opção de mercado para os produtores brasileiros no exterior.

 

As negociações técnicas, por meio do Departamento de Sanidade Vegetal (DSV), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa), para a abertura do mercado sul-africano transcorriam desde 2015. A SRI trabalha para alcançar a meta de elevar a participação brasileira no agronegócio mundial a 10% até 2022. Atualmente, o mercado mundial do agro situa-se em cerca de US$ 1,2 trilhão.

 

Em 2017, o Brasil exportou US$ 630 milhões de produtos do agronegócio para a África do Sul, o que colocou o país africano como o 27º maior importador de produtos do agro brasileiro. Os principais itens exportados pelo Brasil para ao país foram carne de frango (US$ 257 milhões) e açúcar (US$ 155 milhões).

 

As exportações brasileiras de manga chegaram a US$ 205 milhões, em 2017, sendo que 77% do produto foram destinados a países da União Europeia.

 

Fonte: MAPA

Contratação do crédito agropecuário aumentou 13% sobre safra anterior

Médios e grandes agricultores aumentaram os investimentos na agropecuária na safra 2017/2018 na comparação com o ciclo anterior de financiamento. Os recursos alcançaram R$ 32,1 bilhões para o financiamento de bens e serviços, cuja repercussão se estende a safras futuras, registrando alta de 31% em relação à safra 2016/2017. O valor disponível era de R$ 38,1 bilhões.

 

A agropecuária empresarial teve disponibilizada, para safra 2017/2018, crédito oficial de R$ 188,4 bilhões, sendo que foram contratados, por produtores e cooperativas, cerca de 80% do total ou R$ 149 bilhões. O montante representa acréscimo de 13% em relação à safra anterior (2016/2017), quando foram aplicados no setor R$ 132 bilhões.

 

Programas de financiamento mais acessados pelos produtores rurais contribuíram para a modernização das atividades agropecuárias, por meio da expansão de investimentos voltados, principalmente, para a inovação tecnológica na propriedade rural, ampliação da capacidade de armazenagem e mitigação da emissão de gases causadores de efeito estufa.

 

Os destaques das contratações foram em programas, como Pronamp (102% ou R$ 3,8 bilhões), Inovagro (83% ou R$ 1 bilhão), ABC (74% ou R$ 1,6 bilhão) e PCA (66% ou R$ 1 bilhão).

 

Para o financiamento de custeio agropecuário foram emprestados R$ 80,3 bilhões. Quanto ao custeio agrícola, as culturas de soja e de milho representaram 42% e 13%, respectivamente. Na pecuária, a bovinocultura contratou 79% dos recursos de custeio, seguida pela avicultura e pela suinocultura, ambas com 8%.

 

Já para a industrialização, foram aplicados R$ 6,8 bilhões, concentrando 83% na região Sul. Para a comercialização, outros R$ 29,8 bilhões foram emprestados, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste.

 

Os números fazem parte do estudo sobre Financiamento Agropecuário da Safra 2017/2018, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgado nesta quinta-feira (12).

 

Fonte: MAPA

Conab: safra de grãos deve cair 3,9%, mas será a 2ª maior da história

A colheita de grãos do país na safra 2017/2018 deve chegar a 228,5 milhões de toneladas, com redução de 3,9% em relação à safra passada (237,7 milhões de toneladas). Mesmo assim, será a segunda maior da história, segundo o 10º levantamento divulgado hoje (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

Em comparação ao último levantamento, feito em junho, a produção diminuiu 1,2 milhão de toneladas. Segundo a Conab, a queda se deve aos impactos climáticos que reduziram a produtividade do milho da segunda safra. A previsão para o cereal é de produção total de 82,9 milhões de toneladas. A estimativa para a primeira safra é 26,9 milhões de toneladas, com queda de 11,7% e a segunda, e 56 milhões de toneladas, com redução de 16,9%. “Reduções nas chuvas impactaram o potencial positivo na segunda safra”, disse o presidente da Conab, Francisco Marcelo Bezerra.

 

O destaque positivo foi a produção da soja, que pode chegar a 118,9 milhões de toneladas, com crescimento de 4,2% em relação à safra passada. O algodão de pluma registrou aumento de 28,5%, chegando a 1,9 milhão de toneladas. O feijão segunda safra e o trigo também registraram crescimento: 7,7% (1,3 milhão de tonelada) e 15% (4,9 milhões de toneladas).

 

Área cultivada

 

Entre as culturas avaliadas, a soja registrou o maior volume de área semeada, com aumento de 33,9 para 35,1 milhões de hectares. A área do algodão chegou a 1,2 milhão de hectares, com ganho de 236,9 mil hectares. O feijão segunda safra tem 1,5 milhão de hectares, com ganho de 108,3 mil hectares.

 

No caso do milho houve redução de 5,5 milhões para 5,1 milhões de hectares, na primeira safra, e de 12,1 milhões para 11,6 milhões de hectares, na segunda.

 

Fonte: Agência Brasil

Vazio sanitário da soja está em vigor há 26 dias em Mato Grosso do Sul

Há 26 dias está em vigor o período de vazio sanitário da soja, quando fica proibido o cultivo da leguminosa em Mato Grosso do Sul. O objetivo é reduzir a quantidade de esporos da ferrugem durante a entressafra diminuindo a possibilidade de incidência da doença.

 

Além de não plantar o grão, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias – conhecidas como guaxas ou tigueras – nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos, e antes de plantar ele deve ficar atento ao prazo de cadastramento das áreas onde será feito o cultivo da soja.

 

Esse cadastro é obrigatório e os dados recebidos são mantidos no banco de informações da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) servindo de base para identificar o total de área plantada, prevenir os agricultores vizinhos quando houver foco da ferrugem por meio de alerta sanitário, além de facilitar as atividades da equipe da Iagro.

 

A medida preventiva é uma estratégia de manejo para reduzir o inóculo nos primeiros plantios, diminuindo a possibilidade de incidência de ferrugem asiática no período vegetativo e, consequentemente, reduzindo o número de aplicações de fungicidas e o custo de produção. O período de 90 dias foi estabelecido considerando que o tempo máximo de sobrevivência dos esporos no ar, que é de 55 dias. Dessa forma, o término do vazio sanitário em MS será 15 de setembro.

 

O descumprimento das normas nesse período, de acordo com a Lei, pode implicar em autuação da Iagro e multa de até mil UFERMS, que é a Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul. A unidade teve seu valor estabelecido para o mês de junho em R$ 24,66.

 

Para sanar quaisquer dúvidas e prestar maiores esclarecimentos a Agência coloca à disposição do produtor o telefone 0800 647 2788.

 

Histórico

 

Em 2006, a medida foi instituída em Mato Grosso, Goiás e Tocantins. Em 2007, foi publicada pelo Ministério da Agricultura a Instrução Normativa Número 2, instituindo o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), no qual, entre outras diretrizes, ficou estabelecido que os estados deveriam ter um calendário de semeadura de soja, com um período de, pelo menos, 60 dias sem a presença de plantas cultivadas ou voluntárias.

 

Atualmente, além de Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, outros 10 estados adotam o vazio sanitário como medida de controle da ferrugem asiática da soja, são eles: Rondônia, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, São Paulo e Tocantins.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sistema Famasul de Jornalismo

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sistema Famasul de Jornalismo, com o tema principal: ‘O Agro como produtor de Água: iniciativas sustentáveis em MS que preservam recursos hídricos’. As inscrições vão até o dia 1º de outubro de 2018.

 

Dentro deste contexto serão considerados materiais jornalísticos que abordem a tecnologia empregada no campo; iniciativas sustentáveis; plantio direto; fertirrigação, proteção de nascentes; reserva e utilização de águas pluviais; uso de água sob pressão, substituição de mangueira de fluxo contínuo por modelo de fluxo controlado, programa de detecção de vazamentos; uso racional da água nas propriedades rurais; sistemas de integração lavoura-pecuária e floresta; entre outros temas que abordem como resultado a manutenção dos recursos hídricos no estado.

 

Poderão ser inscritas no prêmio reportagens publicadas nos veículos de comunicação de jornalismo impresso em jornal e revista, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo, veiculadas de 1º de novembro de 2017 a 1º de outubro de 2018.

 

Serão premiados os dois primeiros colocados de cada categoria profissional. Os contemplados receberão prêmios de R$ 6.000,00 e R$ 3.000,00, para os 1º e 2º lugares, respectivamente. Já para os universitários, o prêmio será de R$ 1.000,00 para o vencedor. Toda a premiação será em certificados de barras de ouro.

 

O concurso cultural conta com uma plataforma online de inscrição. O acesso poderá ser feito por meio do site www.sistemafamasul.com.br/premiojornalismo. Neste endereço é possível fazer o upload de matérias via plataforma conforme a categoria escolhida e conferir o regulamento.

 

Fonte: Famasul

Camo Grande: Acrissul prepara realização da ExpoMS Rural 2018

A Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) iniciou os preparativos para a realização da ExpoMS Rural 2018, feira agropecuária que deve acontecer de 23 de agosto a 2 de setembro no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande (MS) e que contará com exposição de gado (corte e leite), além de julgamento de animais da raça nelore, shows, provas de laço e eventos técnicos.
A agenda técnica da exposição deste ano contará com a realização do 21º Encontro Técnico do Leite, evento promovido pela Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), Sindicato Rural de Campo Grande, Senar-MS e com a participação da Acrissul e do Sebrae-MS. O evento inicialmente deveria ter acontecido no dia 1º de junho, mas foi adiado em virtude do movimento de paralisação dos caminhoneiros.
Na semana passada aconteceu um encontro entre as entidades envolvidas na realização do evento, que irá acontecer nos dias 31 de agosto e 1º de setembro no Parque de Exposições Laucídio Coelho. Na agenda do encontro estão palestras técnicas e uma oficina com produtores rurais. A previsão é de que cerca de 500 pessoas participem dos dois dias do evento, que também terá a feira Pró-Genética e Pró-Fêmeas, promovidas pela ABCZ (Associação Brasileira de Criadores de Zebu). A data ainda precisa ser confirmada.
Para o presidente da Acrissul, Jonatan Pereira Barbosa, o objetivo da entidade é colocar definitivamente a agenda do leite na programação anual da ExpoMS Rural, uma feira que já virou tradição em Mato Grosso do Sul. Recentemente, na Expogrande, foi inaugurada a Casa do Produtor de Leite, no recinto do Parque Laucídio Coelho, um local feito para congregar todos os núcleos de criadores de raças leiteiras do Estado e desenvolver atividades de fomento à atividade.
Mais ExpoMS Rural
A Nelore MS (Associação Sul-mato-grossense dos Criadores de Nelore) irá promover na ExpoMS Rural a ExpoNelore, exposição da raça válida para o ranking nacional. A exemplo do que aconteceu na Expogrande, somente oito exposições no Brasil participam desse ranking. Na Expogrande participou o gado nelore padrão. Na ExpoMS Rural será a vez do nelore mocho.
Além disso, haverá uma etapa da Festa Nacional do Cavalo Árabe, uma raça de equinos que elevou o Mato Grosso do Sul a ocupar o quarto lugar em quantidade de animais da raça e a ser dono de um dos melhores plantéis do País.
Ainda no segmento de equinos, a ExpoMS Rural irá receber atividades ligadas às raça de cavalo crioulo, com a realização de uma prova de laço (crioulaço), além do shopping do cavalo pantaneiro e da raça quarto de milha.
A entidade já prepara a agenda de leilões de bovinos e equinos que serão promovidos durante o evento.
A Acrissul estuda, ainda, a viabilidade de promover na ExpoMS Rural etapas iniciais da Copa Acrissul de Laço Comprido.
O setor de pequenos animais também terá seu espaço na feira, com exposição de ovinos no pavilhão da Asmaco, das mais variadas raças e criadores de Mato Grosso do Sul e de outros estados, que tradicionalmente participam da Expogrande.
Fonte: Acrissul